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Dois mil INOVE!

ANO NOVO, CORES NOVAS

Todo fim de ano é a mesma preocupação. Afinal, que cor usar? Azul, para proteção e tranqüilidade. Amarelo, prosperidade. Rosa para o amor. Ou devo ser mais agressiva usando um vermelho fatal?!  As festas de fim de ano chegaram tão rápido, que aquela roupa usada no Réveillon passado que foi super planejada nos parece sempre familiar, pois é a mesma coisa todo ano: o tradicional branco.  

Ainda hoje o branco é a cor predominante no revéillon.

O medo de discordar do que já é convencional e se dar  mal é muito grande. Às vezes, crenças que você nem sabe de onde vêm dirigem as nossas vidas. As pessoas valorizam a passagem do ano, pois depositam nela todos os seus sentimentos e o desejo de renovação. Comunidades antigas expressavam isso através de ritos, pois jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar de suas vidas tudo o que estivesse envelhecido, e se banhavam em rios ou mar para acolher boas vibrações e renovar as energias. Daí, talvez venham algumas dessas crenças.

No Brasil, usar roupas brancas no Réveillon se tornou quase que uma obrigatoriedade, e essa mania surgiu de superstições das religiões africanas. Fazemos planos para o futuro,  pensamos e planejamos com cuidado, incluindo como nos comportaremos e como iremos nos vestir. Aí a moda vai e vem, e muda conforme nossas necessidades. Pelo fato de morarmos num país tropical, onde o sol reina a maior parte do ano – e justo nestas datas – isso nos faz querer usar roupas leves com cores alegres.

Quando vestimos uma cor para passar o Réveillon, devemos escolher cores que representem os nossos sonhos e as nossas necessidades, para que tudo se realize no Ano Novo.
O que você busca?
Qual é a cor que a sua alma está pedindo?

 

Branco Sugere pureza, ordem, simplicidade, hamonia. É expressiva, estimula os sentidos, realça o bronzeado, mas em excesso promove o cansaço e a depressão. Cuidado com tecidos transparentes para não se tornar vulgar.  Preto É uma cor sóbria, indica o silêncio. Quando brilhante, sugere nobreza, distinção e elegância, pode ser combinada com várias cores, cria também a ilusão de estarmos mais magras, mas deve ser evitada no verão.  Cinza Como as  cores expressam o estado de nossa alma, o cinza revela que estamos com incertezas ou neutra. É o próprio símbolo da indecisão e da ausência de energia, quanto mais sóbrio, mais se está desanimada e na monotonia.  Vermelho Significa força, dinamismo, funciona como estimulante, tem ação poderosa sobre o estado de ânimo. É uma cor quente devendo ser usado com cautela, pois é uma cor enervante. Transborda vida e agitação. Esta cor tem a tendência de dar a impressão de engordar a pessoa que usa, por isso, evite usar uma roupa inteira vermelha. Laranja Sua função é estimular e nos alegrar. É uma cor contagiante e quente, transborda irradiação e expansão, é acolhedora, mas cuidado para não carregar demais. Usar em estampas de camisas ou em peças menores. Amarelo Ela age direto no nosso sistema nervoso central, é muito luminosa, vibrante e forte, atrai a atenção com facilidade. Estimula a ação, o encorajamento e as realizações. Em roupas, usar em pequenas peças ou que tenham estampas; o amarelo aumenta o calor. Verde Cor universal da natureza. Tem efeito calmante, relaxante, tem frescor, harmonia e equilíbrio. Pode ser combinado com alguns tons como marrom, terra e preto. Azul efeito calmante e repousante, cor profunda. Preferida por adultos pois traz uma certa maturidade. Azul na roupa fica ótimo quando usado tom sobre tom. No tom claro ou com branco provoca sensação de frescura e higiene, quando escuro, chama para o infinito. Roxo Equivalente a um pensamento místico, ao mistério. Remete à nobreza e ao poder. Marrom Emana a impressão de algo denso. Sugere segurança e solidez. É indicado para ser usado em compromissos de trabalho onde se queira passar segurança e confiança para outras pessoas. Rosa É uma cor delicada, sugere feminilidade e afeição. É a cor dos românticos e sonhadores.

 

 

 

28 28UTC Dezembro 28UTC 2008

Fazendo a cabeça

As tiaras, que foram hits nos anos 60 e tiveram como um de seus maiores ícones a atriz francesa Brigitte Bardot, estão de volta e prometem virar peça indispensável no verão.

Além de transformar o look e deixar o cabelo super bacana, o acessório é utilizado sem muito trabalho. O visual fica sofisticado e sensual em contra-ponto  preserva aquele estilo menininha-colegial.

28 28UTC Dezembro 28UTC 2008

“Tudo Melissa”

Qual de nós, apaixonadas pelo mundo fashion, nunca teve uma Melissa nos pés? Melissa nasceu em 1979, quando as sandálias usadas pelos pescadores
da Riviera Francesa se revelaram uma ótima inspiração para criar sapatos
estilosos,  que,  feitos de plástico, têm o objetivode ser uma alternativa ao comum. O sucesso, desde então, foi enorme. Meninas e jovens mulheres cresceram tendo a Melissa como parte de suas vidas.

Melissa

Melissa: dinâmica, moderna e sempre buscando novidades para assim, em plástico, construir sua história.

28 28UTC Dezembro 28UTC 2008

O bom e velho…

... e também centenário

... e também centenário

Dizem que quanto mais velho, mais gostoso fica. Surrado, customizado, com cadarço de cores diferentes. Cada um tem seu próprio jeito de usar ALL STAR, o tênis que não sai dos pés de muitas gerações. Jovens e adultos, universitários, roqueiros, profissionais liberais e celebridades, o ALL STAR é sucesso em todas as tribos. Não é de hoje que famosos exibem seus pares. Companhia para todas as ocasiões há quem afirme que não vive sem ele.

Todos adoramos o bom e velho All Star!

All Star cai bem com qualquer look

Há várias gerações fazendo a cabeça e o look de celebridades e de pessoas comuns, o All Star apesar de centenário prova que o velho continua bom.

28 28UTC Dezembro 28UTC 2008

Moda Sustentável

Os estilistas se redem à pressão por uma moda ecológica e dizem que já é possivel se vestir bem sem piorar o meio ambiente.

O aquecimento global está na moda. O mais recente desafio dos ateliês de grandes estilistas é transformar as coleções de verão passageiras em peças ecologicamente corretas – de preferência recicladas e que tenham consumido poucos recursos da natureza. “As pessoas querem se vestir sem agredir o planeta” , diz o estilista Oscar Metsavaht, da marca Osklen. Na última edição da São Paulo Fashion Week, ele apresentou sua coleção feita de algodão orgânico, sem uso de agrotóxicos. Segue os passos do estilista italiano Giorgio Armani. Em outubro, em um desfile em Milão, Armani havia lançado sua coleção de jeans com fibras orgânicas.
A indústria têxtil está entre as quatro que mais consomem recursos naturais, de acordo com a Environmental Protection Agency, órgão americano que monitora a emissão de poluentes no mundo. Mas a recente preocupação dos estilistas com materiais ecologicamente corretos não veio naturalmente. A indústria só tem buscado novos caminhos porque os consumidores começaram a preferir a moda que não agride o planeta. Algumas grifes aboliram fibras vegetais cultivadas com produtos químicos. Outras aos poucos estão expandindo a moda verde para toda a confecção. É o caso das americanas Levi’s, Gap e Nike e da britânica Marks & Spencer. Em Milão, o Istituto Europeo di Design, uma rede internacional de escolas de artes, criou saias com peças de aço, vestidos de fios elétricos e calças com metal de bicicleta, tudo feito a partir de objetos que seriam jogados no lixo. “Iniciativas como essas ajudam a conscientizar os consumidores”, diz Ana Candida Zanesco, diretora do Instituto Ecotece, uma organização que monitora a moda verde.
1 – TUDO DE BAMBU Os modelos são feitos a partir da fibra de bambu, uma boa alternativa ao algodão convencional. A bata verde da Dzarm custa R$ 100, a calça Esencial vermelha e preta R$ 378, a blusa azul Flor R$ 159 e a camiseta R$ 119.
2 – JÓIA DE PAPEL Pulseira de bobina de papelão da paulistana Anastássia e colares de papel reciclado da carioca Zoia. As peças são envernizadas, mas podem se deteriorar com a chuva. O colar curto custa R$ 7 – CAMISETA DE GARRAFA 68, o comprido R$ 88 e a pulseira R$ 38.
3 – ESTRELA DE CINEMA Acessório da marca carioca By Rubia Calazans usa película de filmes envernizados e costurados em crochê. Os rolos descartados pelas produtoras são de difícil decomposição e altamente tóxicos se queimados. Custa R$ 76.
4 – BOLSA DE PESCAR A marca catarinense Nara Guichon criou uma bolsa usando redes de pesca que seriam descartadas. Jogadas no mar, as redes causam a morte de animais marinhos. Custa R$ 95.
5 – BORRACHA QUE PARECE COURO A bolsa da AmazonLife usa látex e algodão com tingimento natural. O produto se parece com o couro animal, mas agrada aos vegetarianos. Custa R$ 190.
6 – BOLSA DE SACOLINHAS A marca Maria Lixo, de São Paulo, usa sacolas plásticas descartadas e apliques em tecido para confeccionar suas bolsas. Custa R$ 320.
A camiseta da marca Volcon mescla garrafas PET a fibras de algodão. A marca já investe em novas coleções ecológicas. Custa R$ 66.
8 – JEANS ECOLÓGICO O jeans da marca americana Hall também usa algodão orgânico e tingimento natural. A peça é importada e, por isso, não é considerada uma iniciativa 100% verde. Custa R$ 1.050.
9 – O ALGODÃO FASHION A Natural Fashion usa algodão orgânico colorido naturalmente em suas peças. O uso de produtos químicos no algodão convencional chega a ser oito vezes maior que em uma plantação de alimentos. A camiseta custa R$ 39 e a calça R$ 97.
10 – ERA LIXO, VIROU LUXO O couro dos peixes tambaquis e tilápias, que seria descartado após o consumo, foi usado nos sapatos e nas bolsas da marca Tão Galeria. A estilista Paula Feber usa lona de caminhão no sapato roxo da foto (R$ 725). A sapatilha marrom custa R$ 717, o escarpim de tilápia R$ 1.100 e a bolsa R$ 70.
ONDE ENCONTRAR MODA SUSTENTÁVEL:
* Bibe – http://www.bibe.com.br
* 1001 retalhos – http://www.1001retalhos.com.br
* Nara Guichon – http://www.naraguichon.com
* Será o Benedito – http://www.seraobenedito.com.br
* Amazon Life – www.amazonlife.com.br
* Quem te viou quem te vê – http://www.quemteviuquemteve.com
* Projeto Terra – www.projetoterra.com.br
* Tekoha – www.tekoha.org
* Natural Fashion – www.naturalfashion.com.br
* Ciclo Natural – www.cicloambiental.com
* Rubia Calazans – http://www.byrubiacalazans.com
* Jeans Hall – http://www.jeanshall.com.br/
* Volcom – http://www.volcom.com
* Volcom – http://www.paulaferber.com.br
* Dzarm – http://www.dzarm.com.br/

Add comment 9 09UTC Dezembro 09UTC 2008

O mundo da moda pode negar a identidade?

fashionvictim.jpg

O mundo da moda está gerando algumas polêmicas. Uma delas, proposta por Carlos Drummond de Andrade, em sua poesia “Eu, etiqueta”, coloca esse mundo fashion como negador da identidade de um indivíduo, transformando-o em “homem-anúncio”.

Para a estilista e professora de sociologia da moda da Faculdade Maurício de Nassau, Jéssica Tavares, a moda pode reforçar a identidade quando o indivíduo tem estilo próprio. Mas também nega, quando a pessoa é uma “fashion victim”, ou uma vítima do mundo do glamour, que não tem estilo formado, então, tudo o que as passarelas e novelas mostram elas usam.

Porém, vem crescendo o número de pessoas que procuram o estilo próprio, que tentam sair dessa imposição disfarçada. Quer dizer, isso já aconteceu antes com os movimentos Hippie, nos anos 60, e o Punk, nos 70, nos quais a roupa foi amplamente utilizada para demonstrar revolta contra o sistema vigente. Apesar de não ter mais esse cunho libertador, as pessoas, hoje, estão preferindo construir seu próprio estilo.

Add comment 9 09UTC Dezembro 09UTC 2008

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